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Saiba tudo sobre a Rinotraqueíte Felina

O Outono está chegando e as preocupações com a baixa umidade, clima seco e friozinho levam muita gente a se prevenir contra gripes e resfriados. Essa preocupação nem sempre atinge os bichinhos, pois muitos não sabem que os pets também sofrem com doenças semelhantes à gripe humana quando estão com imunidade baixa, como a rinotraqueíte felina.

A doença não é tão grave quanto a leucopenia felina, mas causa bastante incômodo e é mais comum entre os filhotes, cujo sistema imunológico é mais frágil. Uma pesquisa da Universidade de Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, revelou que a rinotraqueíte felina é responsável por até 45% das infecções respiratórias nos bichanos, o que mostra como ela é comum.

A boa notícia é que a vacina é altamente eficaz na prevenção! Saiba mais sobre a rinotraqueíte felina e confira os principais sintomas da doença.

Rinotraqueíte Felina: veterinário dando remédio para um gatinho.

O que é rinotraqueíte felina?

Também chamada de rinotraqueíte viral felina, a doença atinge o trato respiratório superior dos gatos e é causada pelo herpesvirus felino 1 (HVF-1), um vírus pertencente ao gênero Varicellovirus relativamente frágil em ambiente externo.

É um vírus fácil de eliminar com álcool e desinfetantes comuns, mas capaz de sobreviver até 18 horas em ambientes úmidos.

O HVF-1 é capaz de contagiar ativamente as células do hospedeiro, provocando os sintomas até uma semana depois da infecção. Ele também pode ser quiescente, ou seja, não manifestar sintomas imediatamente após a infecção, e sim quando o gato estiver com a imunidade baixa ou passar por situações de estresse.

O maior perigo do HVF-1 é que gatos saudáveis infectados pelo vírus podem transmiti-lo sem nem ao menos demonstrar os sinais típicos da doença. Felinos tratados da rinotraqueíte felina serão para sempre hospedeiros da doença.

Meios de transmissão

O contato direto é a principal forma de transmissão da rinotraqueíte felina, pois o vírus é eliminado por meio de secreções nasais, lacrimais e orais.

A desinfecção profunda do ambiente e dos objetos do gato doente é essencial para evitar a proliferação da doença, principalmente em abrigos e creches para animais.

Gatas infectadas durante a gestação também podem transmitir o HVF-1 para os filhotes, embora na maioria dos casos, infelizmente, aconteça a interrupção espontânea da gestação.

Sintomas da doença

Os primeiros sinais da rinotraqueíte felina são manifestados entre 2 e 6 dias depois da infecção.

Como o vírus sobrevive mais tempo em ambientes úmidos, é comum que se aloje nas regiões oculares, nasais e orais, por isso os principais sintomas são:

  • Espirros;
  • Secreções mucosas nasais;
  • Excesso de secreções em torno dos olhos;
  • Dificuldade para abrir os olhos;
  • Conjuntivite;
  • Inflamação na pele ao redor dos olhos;
  • Feridas na boca e língua;
  • Salivação excessiva;
  • Apatia;
  • Dificuldade para se alimentar (o que leva à perda de peso e desidratação);
  • Febre.

Tratamento da rinotraqueíte felina

A doença não costuma ser fatal, mas pode ter consequências graves caso o animal esteja muito debilitado.

Por isso, é importante que o gato seja levado ao médico veterinário assim que os primeiros sintomas surgirem, evitando complicações.

O diagnóstico é feito após observação dos sinais clínicos e exames laboratoriais. Assim que comprovada a doença, o tratamento antiviral é indicado e deve ser seguido à risca, pois é demorado e visa impedir a reprodução do vírus nas células.

Também podem ser indicados antibióticos, colírios, descongestionantes nasais, nebulização e medicação para as feridas, além de dieta específica (em casos graves, administrada através de sonda) e reidratação. Os sintomas costumam desaparecer em até 10 dias depois do início do tratamento.

Rinotraqueíte Felina: veterinário com luvas acariciando um gato.

Nunca administre remédios por conta! Procure um veterinário que indique a melhor solução para o problema. As consequências da automedicação podem ser gravíssimas.

Prevenção da rinotraqueíte felina

Assim que nasce, o filhote conta com os anticorpos da mãe para se proteger nos primeiros meses de vida, mas com o passar do tempo essa imunidade natural vai diminuindo.

Por isso que os pequenos são mais suscetíveis ao HVF-1 e outras doenças e, também, por isso que a vacinação nessa fase é tão importante.

A primeira dose é administrada entre 45 e 60 dias de vida e o reforço deve ser anual, dentro do indicado pelo veterinário. Antes desse período, evite o contato entre o filhote e outros gatos, que podem ser hospedeiros do vírus.

Mantenha os ambientes pelos quais o gato circula e seus objetos devidamente higienizados, principalmente se tiverem contato com outros felinos.

Situações de estresse, como uma cirurgia, a chegada de um novo pet ou mudança de casa, podem desencadear a rinotraqueíte felina, então tenha atenção redobrada para o estado físico e emocional do seu pet nesses casos.

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