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Síndrome do abandono em pets

Um dos principais motivos para ter um animal de estimação em casa é o fato de contar com uma companhia, principalmente para quem mora sozinho. É acolhedor chegar em casa e ser recebido com lambeijos e festa, e até receber um carinho naqueles dias em que não se está muito bem. Mas se você passa o dia todo fora, com quem fica o pet? Se a resposta é em casa e sozinho, tenha atenção, pois ele pode sofrer de síndrome do abandono.

Síndrome do abandono em pets: cachorro deitado com olhar singelo.

Comum principalmente em filhotes e cães de companhia, o problema pode se tornar mais comum agora, com a retomada das atividades após o período de quarentena, já que muitos tutores voltam à rotina depois de um longo período em casa mimando seus pet. Saiba quais os sintomas da síndrome do abandono e como lidar com ela da melhor forma possível.

O que é síndrome do abandono?

A síndrome do abandono ocorre quando o cão ou gato apresenta mudanças comportamentais devido ao afastamento do tutor. Apesar do nome, tem mais a ver com vínculos afetivos do que maus-tratos, sendo conhecida também como ansiedade de separação.

Pets acostumados a passar muito tempo junto dos tutores podem estranhar o período que passam sozinhos, como quando esse sai para trabalhar. Isso pode levar a comportamentos viciosos, como cavar o jardim, uivar ou destruir objetos para chamar atenção.

Além da ausência do tutor, outros motivos que despertam essa ansiedade são alterações bruscas em sua vida, como o falecimento de outro pet da família, chegada de um novo integrante e mudança de residência ou da rotina da casa. Animais muito dependentes dos seus humanos tem mais chances de apresentar o problema.

A síndrome pode atingir gatos, mas é mais comum em cachorros, já que esses são muito ligados à matilha - ou melhor, à família. Raças como Border Collie, Labrador, Golden Retriever, Poodle, Bichon Frisé, Galgo Italiano e Pastor Alemão são mais propensas a sofrer do problema por serem muito apegadas à família. Filhotes, por serem muito dependentes, também podem desenvolver a ansiedade de separação.

Como identificar e tratar a síndrome do abandono

Pets que não socializam com outros animais ou que saem pouco tem propensão maior a sofrer da síndrome, assim como cães e gatos que seguem o tutor o tempo todo e demonstram comportamento efusivamente exagerado quando ele chega em casa.

Os principais sinais de que o bichinho está sofrendo são manifestados na ausência ou chegada do tutor e incluem:

  • Uivos, choros e latidos quando estão sozinhos
  • Tremores de empolgação com a chegada
  • Dificuldade para segurar o xixi e cocô
  • Fazer as necessidades em lugares inapropriados
  • Deixar de comer ou só comer quando acompanhado
  • Arranhar e roer portas e móveis
  • Cavar o jardim e lugares com terra
  • Morder sapatos e objetos pessoais
  • Correr atrás do próprio rabo

Driblando a síndrome do abandono

1. Reduza o apego

É comum que o tempo passado em casa seja dedicado aos bichos, mas isso faz com que eles se sintam ainda mais sozinhos depois. O ideal é delimitar espaços para que ele veja que pode passar algumas horas sem você sem prejudicar a relação.

Síndrome do abandono em pets: mulher abraçando seu cachorro carinhosamente.

Coloque alguns limites, como fechar a porta quando estiver trabalhando em casa ou tomando banho para que ele não vá atrás, fazê-lo dormir em sua própria cama (mesmo que seja no seu quarto) e dar colo apenas na hora das brincadeiras, e não o tempo todo. Mostre que você está ali e vocês não precisam viver agarrados.

2. Não humanize seu pet

A humanização de cães e gatos é cada vez mais comum e tem consequências sérias na saúde. Animais humanizados perdem seu senso de identidade, tem dificuldade de socializar e são muito dependentes, o que faz com que se sintam perdidos quando sozinhos.

Por mais que seja da família, o animal de estimação deve ser tratado como animal de estimação, respeitando as liberdades fundamentais para seu bem-estar. Só assim a relação entre vocês será equilibrada e ele será plenamente feliz.

3. Não faça drama e nem festa demais

Sair para trabalhar e voltar no fim do dia são partes da sua rotina e devem ser tratados como algo normal. Ao sair, não dê tchauzinho, não faça voz de choro e evite falar que já volta; fuja dos pequenos rituais para que seu cão não comece a ficar ansioso com você ainda em casa.

Ao chegar, não aja como se não o visse há anos. Pelo contrário: dê atenção só quando ele se acalmar. Enquanto isso, faça suas coisas normalmente. Isso vai fazê-lo entender que essa situação é comum e não há para que se desesperar.

4. Deixe uma peça de roupa sua

Os animais, em especial os cães, se sentem acolhidos com o cheiro do dono, então reserve uma peça de roupa ou sapato e, quando estiver em casa, durante alguns momentos do dia, deixe esse item perto dos brinquedos e caminha. Aos poucos, deixe a peça no meio das coisas dele um pouco antes de sair, para que ele sinta sua presença mesmo de longe.

Ao chegar, discretamente tire a peça de perto e dê atenção como você sempre faz. Ele vai se sentir mais seguro e menos sozinho.

5. Mantenha-o ocupado (e cansado)

Ofereça brinquedos para que ele se divirta sozinho e tenha com o que se entreter durante o dia. Se necessário, deixe-o em uma creche de pets para que socialize com outros animais. Atividades físicas são importantíssimas para reduzir a ansiedade. A dica é caminhar com o cão e brincar com o gato antes de ir trabalhar para que ele gaste energia e fique mais cansado. Ao voltar, repita o processo para exercitá-lo e estreitar os laços.

Outras alternativas incluem medicação, florais, terapias comportamentais e adestramento. O importante é acostumar seu bichinho desde cedo a ser independente para evitar a síndrome do abandono e tornar o relacionamento de vocês mais saudável.

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