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Sintomas da cinomose em cães

Você já ouviu falar em cinomose? A doença é altamente contagiosa entre os cães e sua incidência aumenta no inverno, pois o tempo seco e frio facilita a transmissão do vírus. Suas consequências são graves, podendo causar paralisia, convulsões e até levar o animal a óbito. Por isso, é importante conhecer sintomas da cinomose para saber identificá-la logo no início.

Além disso, em épocas de temperaturas mais baixas, redobre o cuidado com seu animal de estimação, pois ele fica mais exposto a outras doenças. Leia mais em nosso texto sobre saúde do pet no inverno.

A transmissão da doença

O Vírus da Cinomose Canina (VCC), também conhecido como Vírus Esgana Canina, pertence à família Paramyxovirus. Ele pode ser transmitido pelo ar, por fezes, pela urina, pela saliva ou por secreções (ocular e nasal) do animal doente.

Sintomas da cinomose em cães: veterinário aplicando uma vacina no cachorro.

O contágio é muito parecido com o da gripe, pois o cão inala o vírus, por exemplo, ao cheirar as fezes de um cão doente ou até mesmo em uma clínica veterinária e um pet shop, onde há muita circulação de animais.

E não é apenas o animal que é fonte de infecção: casinha, cobertores e até alimentos dos cães doentes podem apresentar perigo.

A doença não tem idade, nem raça, mas acaba atingindo principalmente animais com mais de 6 meses de vida, normalmente pela falta de vacinação dos filhotes ou desatualização das vacinas nos cães adultos.

Os cachorros mais idosos também merecem atenção especial, já que por terem um sistema imunológico menos ativo, ficam naturalmente mais vulneráveis a doenças infectocontagiosas como essa.

Sintomas da Cinomose

Uma vez instalado, o vírus permanece silencioso de 5 a 7 dias e vai se replicando nas células sanguíneas. Quando ele começa a entrar em ação, faz um tour sem dó nem piedade pelo corpo do animal, atacando um sistema de cada vez.

Por isso é tão importante reconhecer os sintomas da cinomose e detectar a doença logo no início para que ela não chegue ao cérebro, onde os danos muitas vezes acabam sendo irreversíveis.

Nos estágios iniciais da doença, quando ela atinge o estômago e o intestino, o cão pode apresentar vômito, diarreia, gastrite e perda de apetite. Depois, passa para a fase oftálmica, quando aparecem secreções amareladas nos olhos (remela em grande quantidade) e conjuntivite severa.

No sistema respiratório, os sintomas são tosse, febre e secreção no nariz. Em casos de maior gravidade, ele pode até desenvolver uma pneumonia.

Na pele, a cinomose se manifesta por meio de feridas com pus, podendo até endurecer o revestimento do focinho e das patas.

Por último, quando atinge um estágio mais avançado, a doença compromete o sistema nervoso central e o animal passa a ter tiques nervosos, tremores musculares, falta de coordenação motora, com um andar meio desorientado, podendo chegar a ter crises de convulsões, paralisia e coma.

Tratamento da cinomose

Estamos falando de uma doença sem cura. Não existe um medicamento específico para atacar o vírus e o tratamento, na verdade, terá a função de dar um suporte para combater os sintomas que vão aparecendo em função dos sistemas acometidos.

Assim, os antibióticos usados vão atuar contra as bactérias para evitar infecções secundárias nos sistemas digestório e respiratório, além de outras infecções oportunistas, reduzindo as consequências da doença e fortalecendo a resistência do cachorro.

Além disso, os veterinários também receitam vitaminas, imunoestimulantes e alguns antivirais. Até mesmo terapias alternativas, como a acupuntura, ajudam na melhora da resposta imunológica do animal.

No entanto, muitas vezes o tratamento pode não ser eficaz, principalmente se a doença estiver em seu estágio mais avançado, quando atinge o sistema neurológico. Por tudo isso, a vacina é fundamental.

A grande parte dos cães não imunizados acabam não resistindo quando contraem a doença. Aqueles que sobrevivem ficam mais fortes, mas as sequelas são imprevisíveis.

Cães que tiveram o sistema nervoso central acometido poderão apresentar tremores musculares, andar desordenado e crises convulsivas por toda vida, mesmo que não carreguem mais o vírus. O recomendado em casos assim é um acompanhamento com fisioterapia e acupuntura, além de uso de anticonvulsivante em alguns casos.

Cuidados para prevenir a cinomose

Vacinação.

Vacinação.

Vacinação.

Sintomas da cinomose em cães: cachorro deitado na mesa do veterinário.

Já deu para entender qual a melhor maneira de prevenir a doença, não é mesmo? A vacinação de cachorros é assunto sério e deixar seu cão imunizado é muito simples. A vacina para cinomose está nas polivalentes V8 e V10, que também protegem contra hepatite, adenovirus, parainfluenza, parvovirose, coronavirose e leptospirose.

Além de vacinar o filhote no momento certo, é preciso também não esquecer de dar o reforço anual. A eficácia das vacinas aumenta se o animal tomar vermífugo e se alimentar de maneira balanceada. Pronto, está completo o combo da saúde de ferro.

Para além da vacinação (já falamos do quanto ela é importante para prevenção da cinomose?), alguns outros pequenos cuidados fazem toda a diferença. Preparamos uma listinha para você começar a dar um check:

  • O filhote só pode passear, circular em ambientes públicos ou brincar com outros animais se ele já tiver completado as três doses da vacinação. Antes disso, o máximo que ele vai fazer é andar de um lado para o outro dentro de casa, ok?
  • Se um cão for diagnosticado com a doença, ele deve ficar isolado durante todo o tratamento. Animais sadios não devem ter nenhum tipo de contato com ele;
  • Já falamos sobre a vacinação? Bom, pode parecer óbvio, mas ela só pode ser feita pelo médico veterinário para que não ofereça nenhum tipo de risco, como alergias e outras complicações, para o seu pet;
  • E falando em médico veterinário, faça as visitas periódicas ao consultório para que ele possa monitorar a saúde do seu pet;

Os sintomas da cinomose são assustadores, não é mesmo? Como você viu, a doença é realmente grave, mas ainda bem que dá para prevenir com a conscientização de cada tutor sobre a importância da vacinação. Falando nisso, você sabe quando deve dar a primeira vacina do cachorro ? Então leia nosso texto, fique por dentro do calendário de vacinação e cuide da saúde do seu pet!

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